quarta-feira, 16 de março de 2011

Pra morrer de amor

Já faz tempo que eu penso que ainda vou morrer de amor, mas não é por mim amor como homem mulher... Isso se tornou pequeno depois que eu me descobri como mãe. Logo depois que tive o meu Eduardo muitas coisas ficaram meio que suspensas, entre elas a maternidade.
O ato de ser mãe se tornou para mim estranho e distante, logo que passei pela depressão pós-parto, quando o dudu tinha acabado de completar o 3 mês de vida, eu passei pelo pior momento da minha vida e acabei abrindo mão de criá-lo, mesmo que temporariamente, porque na minha cabeça era, foi e ainda é a melhor decisão que eu podia tomar naquele momento.
Graças a Deus, meus pais e meu filho... Tudo correu muito bem, susperei a depressão, os problemas, partes dos meus medos e das dores que tanto me consumiram hoje demonstram o quanto tudo me fez forte.
Sempre amei meu filho de corpo e alma, mesmo com as dificuldade que passamos, nunca deixei tentar de ser a melhor mãe do mundo. A cada vez que eu o encontro percebo que somos feitos um para o outro, quando ele pede pra ficar comigo, eu me derreto em lágrimas de amor e felicidade e quando ele vai, eu fico aqui sofrendo a ponto de morrer de amor.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Meu amar

Não gosto de dizer meu amor, sei que sou por demais possessiva mas preciso conter, respirar fundo e deixar passar. Por isso prefiro o amar, aquele tranquilo e sincera, que parecer ser parte a fatia mais doce do meu viver.
Noites e noite de palavras faladas, me mostravam o quando eu ainda tinha por dizer sobre o meu amar você. Que no inicio me dava insônia e imensa angustia, eu ainda era capaz de amar? A dúvida só teve a resposta depois que meus olhos se fecharam dando inicio ao beijo que selo o meu amar.
A paixão me trouxe o medo da perda, afinal eu tinha mais que certeza que naquele beijo eu havia encontrado a doçura que faltava no meu dia-a-dia. O meu amar desde então é alimentado pela doçura da tua carne na minha, a sinceridade do olhar teu de desejo e a calma das palavras que sempre dizem "cuidado".
Hoje, o medo não me consome e nem o caos me arrebata, só o amar me dá fome... De te quer mais e mais

Um pouco de vazio

Longe dele me sinto como um copo meio cheio, mesmo que exista algo, ainda falta alguma coisas. Aprendi que com o passar dos meus dias o medo é apenas um detalhes da dor que a saudade insiste em machucar. Existe dias chuvosos que me lembram você.
Ser mãe ainda pesa muito a cada decisão, lembrando sempre o que é melhor pra você, mas sem você por perto um vazio me toma o peito e eu fico aqui só a pensar em você. Lembro de você, pequenino entre meus braços, eu era o seu mundo e você era exclusivamente dono do meu. Ser mãe me ensinou que não existo o eu na minha vida, só o nós, apenas nós.
A cada dia longe vejo o copo mais vazio, acho que estou pronta, como só eu sei o porque de tudo em relação ao nós vale a pena.

Mami