Já faz tempo que eu penso que ainda vou morrer de amor, mas não é por mim amor como homem mulher... Isso se tornou pequeno depois que eu me descobri como mãe. Logo depois que tive o meu Eduardo muitas coisas ficaram meio que suspensas, entre elas a maternidade.
O ato de ser mãe se tornou para mim estranho e distante, logo que passei pela depressão pós-parto, quando o dudu tinha acabado de completar o 3 mês de vida, eu passei pelo pior momento da minha vida e acabei abrindo mão de criá-lo, mesmo que temporariamente, porque na minha cabeça era, foi e ainda é a melhor decisão que eu podia tomar naquele momento.
Graças a Deus, meus pais e meu filho... Tudo correu muito bem, susperei a depressão, os problemas, partes dos meus medos e das dores que tanto me consumiram hoje demonstram o quanto tudo me fez forte.
Sempre amei meu filho de corpo e alma, mesmo com as dificuldade que passamos, nunca deixei tentar de ser a melhor mãe do mundo. A cada vez que eu o encontro percebo que somos feitos um para o outro, quando ele pede pra ficar comigo, eu me derreto em lágrimas de amor e felicidade e quando ele vai, eu fico aqui sofrendo a ponto de morrer de amor.